SACOLAS PLÁSTICAS, SIM OU NÃO !

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A verdade por trás das sacolas plásticas

Postado em 26/01/2012 às 10h33
As leis aplicadas em diversas cidades brasileiras contra o uso das sacolas plásticas levantaram uma série de questionamentos por parte dos consumidores e abriram caminho para o mercado publicitário.
Os usuários, que há muitos anos reaproveitavam as sacolas plásticas distribuídas gratuitamente nos supermercados como sacos de lixo, se perguntam quais são as alternativas plausíveis para o descarte de resíduos, diante das constantes proibições.
Parte da indústria se aproveitou dessa dúvida para vender a ideia de que as sacolas oxibiodegradáveis ou biodegradáveis são opções mais ecológicas para substituir as sacolas plásticas tradicionais. No entanto, especialistas alertam que nem sempre a imagem vendida condiz com a realidade.
Sacolas Oxibiodegradáveis
As oxibiodegradáveis, por exemplo, ainda são alvos de estudos, pois sua eficiência é considerada “obscura”. Essa falta de comprovações motivou o ex-governador de São Paulo José Serra a vetar um projeto de lei que tornava o uso desse produto obrigatório, para substituir os modelos tradicionais. Além disso, diversos especialistas se mostram contra a utilização das sacolas oxibiodegradáveis.
O projeto “Fotodegradação e fotoestabilização de blendas e compostos poliméricos”, do professor Guilherme José Macedo Fechine (Universidade Mackenzie), mostra que apesar de se decompor em micropartículas, este tipo de plástico não é consumido por fungos, bactérias ou protozoários, uma das características essenciais para garantir que os resíduos realmente serão eliminados do ambiente.
A mesma opinião é compartilhada pelo especialista norte-americano Joseph Greene, que realizou o estudo responsável por impedir que a Califórnia adotasse o plástico oxibiodegradável. A pesquisa mostra que esses resíduos não se desintegram, apenas se tornam invisíveis aos olhos.
Segundo Fechine, a única diferença entre o polímero oxibiodegradável e o comum é o tempo de fragmentação, menor no primeiro caso. Mas, em termos ambientais não existe benefício algum.
Sacolas Biodegradáveis
A palavra biodegradável também tem se tornado marca registrada nos carimbos das sacolas plásticas. Na maioria dos casos, ela exerce apenas uma função publicitária, para vender a imagem de que o item é ecológico.
Segundo o Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), os materiais realmente biodegradáveis são aqueles provenientes de fontes naturais, capazes de ser totalmente consumidos por microorganismos e que se degradam em até 180 dias.
O Instituto alerta também para os perigos dessas propagandas, que distorcem o impacto real dos materiais no meio ambiente e que dessa forma incentivam o consumidor a não buscar alternativas para os resíduos que produz.
Soluções
O uso das sacolas plásticas deve ser motivo de constante preocupação entre os consumidores, que precisam ser incentivados a criar essa consciência ecológica. As novas legislações, que seguem modelos já aplicados em outros países, são uma das maneiras de fazer o consumidor refletir, mesmo que forçadamente, sobre os impactos das sacolas plásticas no meio ambiente.
As duas alternativas apresentadas, oxibiodegradáveis e biodegradáveis, já foram cogitadas como possíveis soluções, mas hoje se sabe que resolver esse problema não é uma tarefa simples.
Por isso, a melhor solução que pode existir é dizer não às sacolas plásticas. Nos casos em que o uso for inevitável e extremamente necessário, elas podem ser reutilizadas para originar outros produtos, através de técnicas artesanais, ou então, devem ser encaminhadas à reciclagem. Mesmo assim, é preciso lembrar que a reciclagem dos sacos plásticos ainda é pouco atraente para o mercado devido aos altos custos do processo. Uma das alternativas é optar pelos saquinhos feitos de jornal para o lixo seco e utilizar composteiras caseiras no caso do lixo orgânico.  Lembre sempre dos 3Rs: reduzir, reutilizar e reciclar.
Por Thaís Teisen – Redação CicloVivo

CONSUMIDOR X INFLAÇÃO X CONSUMIDOR

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Ola amigo consumidor verde,

Você já parou para pensar que você pode ser uma peça decisiva na composição da inflação e da nossa economia?
O que você compra, quanto você paga e como você paga?
Esta sua relação com os produtos ofertados, interfere diretamente na economia de mercado.
Por exemplo, se você consumidor, ao chegar ao seu mercado e encontrar o seu produto preferido com um preço muito acima do normal e o comprar assim mesmo, você estará colaborando para com a inflação e o aumento do custo de vida.
Então. agora você notou o seu poder?
Ao contrário então, se você, juntamente com outros consumidores conscientes, não comprarem e portanto não consumirem produtos com preços altos ou abusivos, você estará colaborando para que a taxa de inflação caia.
Então, se os todos os consumidores pararem de comprar produtos com preços abusivos, o mercado, o vendedor, vai ter que abaixar os seus preços. E, assim, consequentemente, os índices inflacionários terão que baixar também!
Portanto, se os consumidores aprenderem a recusar os produtos caros que encontrarem nas gôndolas dos supermercados, substituindo-os por similares mais baratos, forçarão todo o sistema a mudar!
Entendeu qual é o seu papel neste sistema, senhor consumiddor verde?
Seu papel é fundamental!

PENSE - REPENSE - PENSE

MUDE - MUDE - MUDE

OBS: É claro que sabemos que a composição dos índices inflacionários brasileiros são bem mais complexos e complicados do que o fato dos produtos oferecidos nas gôndolas dos supermercados estarem altos ou baixos. Existem diversos outros fatores, tanto industriais quanto comerciais, que interferem e influenciam nestes índices. Mas, sem dúvida, podemos influenciar estes índices mudando nossos hábitos de consumo!




CASA GARRAFAL !

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20 de Novembro de 2011

A primeira casa totalmente feita com garrafas plásticas está sendo atualmente construída na Nigéria. As garrafas são colocadas junto com lama e cimento, criando um material mais forte que o bloco de concreto. A casa é à prova de balas, de fogo, resistente a terremotos e ainda capaz de manter uma temperatura interior confortável de 17ºC o ano inteiro. Para se tornar ainda mais sustentável, a estrutura feita com garrafas plásticas ainda terá um sistema alimentado por energia solar, fazendo com que a energia se torne autônoma.

fonte: style.greenvana.com
— com Karlos Peers.

CADEIRA SUSTENTÁVEL I - NAVY 1006 = ALUMÍNIO

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Curiosidades sobre esta cadeira:

Esta cadeira, criada na época da guerra, em 1944, foi feita para resistir até a explosão de uma bomba !
Fazia parte de seus testes ser jogada de cima de alguns andares de um prédio sem sofrer sequer um arranhão !
Totalmente durável e indestrutível, e, além de se acomodar a qualquer pessoa, o mais impressionante é que ela pode ser deixada de herança, ou seja, passada de pai para filho ! ! ! De avô para neto ! ! !
Acredite quem quiser : Esta cadeira vem da fábrica com uma garantia de 150 anos !
Infelizmente, só seu preço que é bem salgadinho: por volta de R$ 3000,00

Cadeira emeco navy 1006 aluminio

Criada em 1944 pela marinha Americana, esta cadeira de design atemporal, foi relançada pela Emeco que usa 80% de aluminio reciclado em sua confecção. Beleza, durabilidade e preocupação com o meio ambiente!


CADEIRA SUSTENTÁVEL II - NAVY 111 = 60% PET

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Coca-Cola e Emeco criam cadeira reciclada

A empresa americana Emeco, conhecida pelo design de diversas cadeiras feitas com alumínio reciclado – que tem como clássico a cadeira Navy 1006 -, lançou uma nova versão da peça, só que, desta vez, produzida a partir de PET reciclado. A parceira dessa ação sustentável foi a gigante Coca-Cola, e o nome da crição, lançada no Salão do Móvel de Milão do ano passado, é Navy 111, em referência ao número de garrafas empregadas na sua fabricação. A cadeira de plástico é super bacana, durável e confortável, e custa a metade do preço da metálica.

60% DO LIXO RECICLÁVEL DE SP VAI PARA O LIXÃO

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SUBAPROVEITADO 60% DO LIXO RECICLÁVEL VAI PARA O LIXÃO

Pelo menos 60% do lixo reciclável separado pelos moradores em suas casas vai parar no lixo comum. Contratadas para fazer a coleta seletiva porta em porta, as duas concessionárias responsáveis pelo serviço, Loga e Ecourbis, afirmam ter dificuldades no descarte. Falta espaço, estrutura e mão de obra para as centrais de triagem receberem o volume recolhido em São Paulo. O problema se arrasta desde o ano passado, quando as cooperativas conveniadas à Prefeitura passaram a trabalhar no limite da capacidade. Segundo o contrato de concessão vigente até 2024, Loga e Ecourbis devem levar o lixo coletado a uma dessas 21 cooperativas. Muitas delas, no entanto, não contam sequer com esteiras para separar o lixo. A Prefeitura é responsável por entregá-las aos catadores - OESP, 27/2, Metrópole, p.C5.

FONTE: MANCHETES SOCIOAMBIENTAIS - ISA

NATAL SEM METAL

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Assados de Natal, Ano Novo, Páscoa e outras festas:

Você sabia que é possível assar uma carne, um peru ou um pernil sem papel de alumínio?
Você sabia que a sua carne fica tão saborosa e até mais bonita e corada?
Você também pode aproveitar mais o molhinho, que não gruda no papel.
O único cuidado que você deve ter é sempre deixar a assadeira com um dedinho de água, para não queimar e nem grudar
Deixe também o fogo mais baixo no início, até a carne cozinhar por dentro, aumentando no final para corar.

Desta forma você deixará de desperdiçar muitas e muitas folhas de papel de alumínio por festa.
Se você fizer questão dele, guarde alguma embalagem de alumínio tipo quentinha que você venha a receber em alguma compra, estique-a bem e cubra seu assado, lavando-a para ser reutilizada.

Boa sorte e bom apetite!